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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Eu, como me vejo







 Preciso de vez em quando me olhar, principalmente quando tudo parece que está tranqüilo. Debaixo de um rosto que transparece calma e tranqüilidade, existe um turbilhão de emoções que precisão ser dominadas,examinadas e ignoradas. Ao longo do tempo percebi que nem tudo que se sente é para ser levado em conta. A raiva explode e passa, a mágoa fica teimando em se agarrar nas fibras do coração mas acaba se desprendendo, a rejeição fica instigando meu ego, mas aprendi a reconhecer seus artifícios.
 Estou relendo Deepak Chopra, e exisrte uma maneira tão simples de sair desse ciclo de emoções confusas, é só parar, por alguns minutos, poucos, e parar de pensar. Penso e logo, existo ficou impregnado na humanidade, agora pensamos demais, complicamos demais, 

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