Hoje é meu aniversário, nesse exato momento de minha vida teria muitas razões para não comemorar, me sentir mal. mas para meu espanto estou me sentindo bem.
Em um vislumbre surreal, durante o show do Lenine, vi minha vida passar por mim e claramente, cruelmente, meus acertos, meus erros, meus enganos.
Sou movida pelo amor. desde sempre, sofro, erro, acerto, choro, rio, me culpo, ,tudo pelo mesmo sentimento.
Uma conclusão patética, mas esclarecedora, penso que o amor é o sentimento mais importante, mas exagero, sonho demais, imagino demais, mas sou assim.
Quem me ama ...me ama assim. completamente apaixonada por tudo, errando e acertando, caindo e levantando... sou assim.
Piegas, polemica, questionadora, sou eu ...tendo muito que aprender ainda se tiver tempo ...mas sempre, sempre amando, muito.
Jane Izar
impressões do cotidiano, algumas idéias e opiniões sobre a vida, e outras coisas.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Marisa Monte - Depois
Linda essa música, mais sentimentaloide impossível, mas fala de separação, tem que ser assim mesmo, escrachadamente dolorida.
Quando uma história chega ao fim nem sempre é assim, as vezes a gente sente alívio, as vezes muita raiva, outras rejeição.
Mas quando sentimos uma dor estranha,e sentimos a falta da pessoa, mas ao mesmo tempo desejamos muito a felicidade dela, dizem os mestres que isso é realmente amor.
Remexendo em meus cadernos, achei esse devaneio ...
Pensando em você...
me pergunto o que ainda me liga a você?
Palavras com verdades cruéis,
Devaneios derretendo como gelo...
Gelo em seu olhar.
Me pergunto o que ainda me liga a você?
Beijos quentes,
palavras que incendeiam, corpos que se encaixam perfeitamente...
Gostos e odores, perfumes que ficam impregnados na pele.
Me pergunto ainda...o que me liga a você?
me pergunto o que ainda me liga a você?
Palavras com verdades cruéis,
Devaneios derretendo como gelo...
Gelo em seu olhar.
Me pergunto o que ainda me liga a você?
Beijos quentes,
palavras que incendeiam, corpos que se encaixam perfeitamente...
Gostos e odores, perfumes que ficam impregnados na pele.
Me pergunto ainda...o que me liga a você?
domingo, 13 de maio de 2012

por Maria Rita Schilke Korzan
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você pendurado minha primeira pintura na geladeira
E eu queria pintar outro.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você alimentou um gato de rua
E eu pensei que era bom ser gentil com os animais.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você cozido um bolo de aniversário só para mim
E eu sabia que pequenas coisas eram coisas especiais.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você disse uma oração
E eu acreditava que havia um Deus que eu podia sempre conversar.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você me beijou, me deu boa-noite
E eu me senti amada.
Quando você pensava que eu não estava olhando
eu vi lágrimas nos seus olhos
E eu aprendi que às vezes as coisas podem ferir
Mas que está certo chorar.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você sorriu
E isso me fez querer sorrir muito também.
Quando você pensava que eu não estava olhando
Você se importou
E eu queria ser tudo o que eu poderia ser.
Quando você pensava que eu não estava olhando,
eu olhei. . .
E queria dizer obrigado
Por todas essas coisas que você fez
Quando você pensava que eu não estava olhando.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
Ser Mãe...
Ser mãe é difícil, minha mãe é difícil, eu sou difícil...mas o amor supera tudo isso,.
É um amor que Deus agregou na célula, um amor que quando não é aceito ou correspondido,ou quando se torna ausente, quando vai embora, dói tanto que parece que levaram parte de nossa alma.
É um amor lindo, inigualável, inexplicável , um amor abnegado, que só quer ver a felicidade nos olhinhos de quem nunca cresce , os filhos são eternamente nossos filhinhos. Estamos sempre preocupadas se estão com fome, ou frio, se estão alegres, se estão dormindo direito, se estão sendo bem tratados...é um amor diícil...de se esquecer, de se separar, um amor divino.
É um amor que Deus agregou na célula, um amor que quando não é aceito ou correspondido,ou quando se torna ausente, quando vai embora, dói tanto que parece que levaram parte de nossa alma.
É um amor lindo, inigualável, inexplicável , um amor abnegado, que só quer ver a felicidade nos olhinhos de quem nunca cresce , os filhos são eternamente nossos filhinhos. Estamos sempre preocupadas se estão com fome, ou frio, se estão alegres, se estão dormindo direito, se estão sendo bem tratados...é um amor diícil...de se esquecer, de se separar, um amor divino.
Hoje, tudo que me caia nas mãos para ler era o mesmo tema, ai encontrei no meu e-mail esse trecho do livro do Paulo Coelho, perfeito para hoje, para cada segundo ...
O instante mágico
by PAULO COELHO on JANUARY 7, 2010
Paulo Coelho
É preciso correr riscos. Só entendemos direito o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça.
Todos os dias Deus nos dá – junto com o sol – um momento em que é possível mudar tudo que nos deixa infelizes. Todos os dias procuramos fingir que não percebemos este momento, que ele não existe, que hoje é igual à ontem – e será igual à amanhã.
Mas, quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico.
Ele pode estar escondido na hora em que enfiamos a chave na porta pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais. Este momento existe – um momento em que toda a força das estrelas passa por nós, e nos permite fazer milagres.
A felicidade às vezes é uma bênção – mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia nos ajuda a mudar, nos faz ir em busca de nossos sonhos.
Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões – mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos. Porque este talvez não se decepcione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir. Mas quando olhar para trás – porque sempre olhamos para trás – vai escutar seu coração dizendo: “o que fizeste com os milagres que Deus semeou por teus dias? O que fizeste com os talentos que teu Mestre te confiou? Enterraste fundo em uma cova, porque tinhas medo de perdê-los. Então, esta é a tua herança: a certeza de que desperdiçaste tua vida”.
Pobre de quem escuta estas palavras. Porque então acreditará em milagres, mas os instantes mágicos da vida já terão passado.
trecho de “Na margem do rio Piedra eu sentei e chorei”
.
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domingo, 6 de maio de 2012
Ninguém pode nos fazer mal....só se dermos permissão!
Existem pessoas que são iguais aos "vampiros " dos filmes.
Eles se fazem de bonzinhos, pedem permissão para entrar na sua vida, na sua casa, e ai tentam tirar toda sua energia, e te aprisionar em relacionamentos doentes que só te fazem mal.
Mas sempre tem alguém por perto para nos ajudar a ver quem realmente são, e ai temos a oportunidade, mesmo que sofrida de tirar-los de nossas vidas.
Nâo deixe ninguém tirar o que voce tem de mais precioso, a sua identidade.
quinta-feira, 26 de abril de 2012
‘Eu te amo a meu modo’
Uma das frases que estamos acostumados a ouvir é: ‘Eu amo a meu modo’. É claro que isso é dito em conseqüência das queixas e insatisfações do companheiro, que se sente pouco atendido em suas pretensões de carinho e atenção. Será mesmo que existem vários modos de amar? Ou será que a hipótese é usada, de má-fé, para encobrir a falta da capacidade de amar?
Há pessoas que gostam – e necessitam – de relações afetivas próximas e intensas, ao passo que outras preferem relações mais frouxas. Quando duas pessoas com expectativas amorosas diferentes se unem, é claro que aquela que espera um relacionamento mais intenso fica insatisfeita, mesmo quando o parceiro se dedica a ela da forma mais leal e honesta. Acho que talvez seja mais adequado pensar em diferentes graus de intensidade amorosa em vez de pensar em diferentes formas de amar.
Sim, porque esta última forma de raciocinar abre as portas para muitos tipos de comportamento claramente egoístas, em que se podem usar palavras de natureza amorosa sem que elas venham acompanhadas de comportamentos compatíveis. Dizer ‘eu te amo’ não custa nenhum tipo de esforço ou sacrifício. Se expressões desse tipo não vêm acompanhadas de atitudes próprias desta emoção, elas são pura demagogia.
Funciona mais ou menos assim: o demagogo diz que ama a seu modo e que isto não significa ter atitudes de dedicação e agrado em relação ao seu par. Por outro lado, ele espera do parceiro a renúncia e a generosidade próprias do modo de amar do outro. O processo envolve, pois, dois pesos e duas medidas, uma vez que as pessoas que amam a seu modo nunca se relacionam intimamente com outras pessoas que amam do mesmo modo que elas, preferindo pessoas que amam de um modo mais convencional.
Temos todas as razões do mundo para desconfiar das palavras, especialmente daquelas que não vêm acompanhadas de atitudes coerentes com elas. Acho melhor encontrarmos uma só forma de descrever o amor e definitivamente só considerarmos como capazes de amar aqueles que se comportam de acordo com o descrito. Ou seja, penso que a melhor forma de conceituar o amor seja considerar que aquele que ama se sente muito bem em agradar e paparicar a pessoa amada.
Uns farão sacrifícios maiores para isso do que outros, mas todos aqueles que amam de verdade sentem-se felizes interiormente quando são capazes de proporcionar alegria e felicidade ao amado. Amar é, então, gostar de agradar a pessoa amada, ficar feliz com sua felicidade, querer ver a pessoa prosperar. É fazer todo o possível para que estas coisas se realizem.
Agradar a pessoa amada significa fazer as coisas que a deixam satisfeita e, principalmente, que a fazem sentir-se amada. E o que agrada a outra pessoa não é obrigatoriamente o que nós achamos que vai agradar. É importante observar quem se ama, conhecer seus gostos e vontades. Não tem cabimento um homem dar uma jóia de presente a uma mulher que não gosta de jóias! Às vezes vale mais uma flor do que um anel de brilhantes.
Quando não existe esse tipo de troca num relacionamento, penso que não deveríamos usar a palavra amor para descrever o elo que une duas pessoas. Não é raro que um dos indivíduos seja do tipo que sempre gosta de paparicar o parceiro, ao passo que o outro é displicente, só gosta de receber agrados, ‘ama a seu modo’. Nesse caso, o que agrada ama, mas não está sendo amado, está sendo explorado. É co-autor de uma história de amor unilateral.
Não posso esconder as reservas que tenho em relação a esses tipos de relacionamento. Eles não fazem parte das verdadeiras histórias de amor, que são sempre trocas ricas e gratificantes para ambos os envolvidos. As verdadeiras histórias de amor acontecem quando duas pessoas amam do mesmo modo, e o sentimento provoca sempre uma enorme vontade de cuidar do amado.
Por Flávio Gikovate
www.flaviogikovate.com.br
Há pessoas que gostam – e necessitam – de relações afetivas próximas e intensas, ao passo que outras preferem relações mais frouxas. Quando duas pessoas com expectativas amorosas diferentes se unem, é claro que aquela que espera um relacionamento mais intenso fica insatisfeita, mesmo quando o parceiro se dedica a ela da forma mais leal e honesta. Acho que talvez seja mais adequado pensar em diferentes graus de intensidade amorosa em vez de pensar em diferentes formas de amar.
Sim, porque esta última forma de raciocinar abre as portas para muitos tipos de comportamento claramente egoístas, em que se podem usar palavras de natureza amorosa sem que elas venham acompanhadas de comportamentos compatíveis. Dizer ‘eu te amo’ não custa nenhum tipo de esforço ou sacrifício. Se expressões desse tipo não vêm acompanhadas de atitudes próprias desta emoção, elas são pura demagogia.
Funciona mais ou menos assim: o demagogo diz que ama a seu modo e que isto não significa ter atitudes de dedicação e agrado em relação ao seu par. Por outro lado, ele espera do parceiro a renúncia e a generosidade próprias do modo de amar do outro. O processo envolve, pois, dois pesos e duas medidas, uma vez que as pessoas que amam a seu modo nunca se relacionam intimamente com outras pessoas que amam do mesmo modo que elas, preferindo pessoas que amam de um modo mais convencional.
Temos todas as razões do mundo para desconfiar das palavras, especialmente daquelas que não vêm acompanhadas de atitudes coerentes com elas. Acho melhor encontrarmos uma só forma de descrever o amor e definitivamente só considerarmos como capazes de amar aqueles que se comportam de acordo com o descrito. Ou seja, penso que a melhor forma de conceituar o amor seja considerar que aquele que ama se sente muito bem em agradar e paparicar a pessoa amada.
Uns farão sacrifícios maiores para isso do que outros, mas todos aqueles que amam de verdade sentem-se felizes interiormente quando são capazes de proporcionar alegria e felicidade ao amado. Amar é, então, gostar de agradar a pessoa amada, ficar feliz com sua felicidade, querer ver a pessoa prosperar. É fazer todo o possível para que estas coisas se realizem.
Agradar a pessoa amada significa fazer as coisas que a deixam satisfeita e, principalmente, que a fazem sentir-se amada. E o que agrada a outra pessoa não é obrigatoriamente o que nós achamos que vai agradar. É importante observar quem se ama, conhecer seus gostos e vontades. Não tem cabimento um homem dar uma jóia de presente a uma mulher que não gosta de jóias! Às vezes vale mais uma flor do que um anel de brilhantes.
Quando não existe esse tipo de troca num relacionamento, penso que não deveríamos usar a palavra amor para descrever o elo que une duas pessoas. Não é raro que um dos indivíduos seja do tipo que sempre gosta de paparicar o parceiro, ao passo que o outro é displicente, só gosta de receber agrados, ‘ama a seu modo’. Nesse caso, o que agrada ama, mas não está sendo amado, está sendo explorado. É co-autor de uma história de amor unilateral.
Não posso esconder as reservas que tenho em relação a esses tipos de relacionamento. Eles não fazem parte das verdadeiras histórias de amor, que são sempre trocas ricas e gratificantes para ambos os envolvidos. As verdadeiras histórias de amor acontecem quando duas pessoas amam do mesmo modo, e o sentimento provoca sempre uma enorme vontade de cuidar do amado.
Por Flávio Gikovate
www.flaviogikovate.com.br
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Quando um relacionamento acaba e você vê tudo claramente , ai você escuta "pena que não deu certo".
Mas deu certo sim, por algum tempo, seja quanto for, voce acrescentou algo na vida do outro e ele na sua.
Voces riram juntos, se olharam intensamente, fizeram amor, e trocaram confidencias.
Por um longo tempo você pensou em viver com ele, cuidar, ser cuidada, mas as coisas acontecem, e as vezes seus sonhos não se realizam Mas tudo tem uma razão e um propósito, e muitas vezes ficamos insistindo, e mentindo para nós mesmos.
Ver tudo ir embora, se desfazer como papel molhado não é fácil, mas com certeza deu certo sim, por todo esse tempo que você esteve presente, deu certo, é só o tempo disso tudo que acabou.
Agora é a hora da renovação, da reciclagem, sem raiva, sem vestígios de vingança, esses são sentimentos que nos adoecem, nos envenenam, e nos matam um pouquinho todo dia.
Vamos projetar mais amor, mais sucesso, mais espiritualidade em nossa vida, esses sim são projetos que alcançarão muito sucesso!!!
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